"Validar um print" não significa apenas conferir se a conversa é real olhando para a tela — significa ter uma forma técnica e verificável de provar que aquele arquivo específico não foi editado desde o momento em que foi coletado. É isso que separa um print comum de uma prova digital robusta.
Passo 1: capture o print com contexto completo
Antes de validar, é preciso ter algo válido para validar. Garanta que o print mostra nome/número do contato, data e hora das mensagens, e as mensagens ao redor do trecho relevante — não apenas a frase isolada.
Passo 2: gere o hash SHA-256 do arquivo assim que possível
O hash SHA-256 é um algoritmo que transforma o conteúdo de um arquivo em um código único de tamanho fixo. Qualquer alteração no arquivo — mesmo mínima — gera um hash completamente diferente. Ao gerar esse hash no momento da coleta e registrá-lo junto com um timestamp de servidor confiável, você cria uma "impressão digital" do arquivo naquele instante específico.
No SafePrint, isso é automático: ao enviar os prints, a ferramenta gera um dossiê em PDF já com o hash SHA-256 de cada imagem, numeração de páginas e data oficial do servidor — sem cadastro e sem guardar as imagens originais.
Passo 3: guarde o arquivo original sem editar
Depois de gerar o registro técnico, não recorte, comprima ou edite o arquivo original — isso mudaria o hash e impediria a validação futura. Mantenha uma cópia de backup em local seguro.
Passo 4: valide sempre que precisar comprovar integridade
Se, no meio do processo, a outra parte questionar a autenticidade do print, você pode acessar a página Validar autenticidade e enviar o arquivo original. A ferramenta recalcula o hash do arquivo e compara com o hash registrado no dossiê emitido anteriormente. Se os hashes forem idênticos, está demonstrado que o arquivo não foi alterado desde a emissão.
Passo 5: leve o dossiê completo ao processo
Ao anexar a prova, prefira entregar o dossiê em PDF completo (com capa, índice, hash e timestamp) em vez de imagens soltas. Isso facilita a análise do juiz e transmite mais organização e seriedade técnica.
Perguntas frequentes
O que é hash SHA-256 e por que ele valida um print?
É um algoritmo que gera um código único a partir do conteúdo exato do arquivo. Qualquer alteração muda o hash, permitindo comprovar integridade por comparação.
Como sei se um print que recebi foi adulterado?
Sem um registro técnico prévio (hash e timestamp no momento da captura), não é possível confirmar com certeza — por isso o registro deve ser feito assim que o print é coletado.
É possível validar um print gratuitamente?
Sim, o SafePrint permite gerar o dossiê e validar depois na página /validar, sem custo e sem armazenar as imagens.
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Validar autenticidade